Saída

<html>

   <head>
      <script type="text/javascript">
         function MostrarOla ()

         {
           alert ('Olá, mundo cruel!');
         }
      </script>
   </head>

   <body>
      <a href="javascript: MostrarOla ();">Clicar aqui pra mostrar olá...</a>
   </body>

</html>
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O objetivo deste programa é mostrar uma saída.
Tem o código duma página HTML com um script na linguagem JavaScript.

Tão importante quanto as entradas é a saída. Ou seja, uma forma de se mostrar o resultado do processamento das entradas.
As saídas podem se manifestar de várias formas.
Tudo varia com a tecnologia corrente.

Até bem pouco tempo atrás o chamado Modo Texto era uma das formas de saídas mais usadas.
Naquela época as placas e os processadores comuns não tinham potência pra mostrar os gráficos em tempo real.
Era uma época que se falava em estações gráficas. Hoje isso parece piada, mas na época era coisa de universidades de ponta, centros de pesquisa de alta tecnologia, blá, blá...
O padrão mesmo era o velho XT (ou então o repugnante Grande Porte) rodando em modo texto.

Hoje não. Hoje os ambientes de programação fornecem interfaces gráficas de altíssimo nível pra todos sistemas operacionais modernos.
Os compiladores Delphi e Visual C# tornam as saídas muito cômodas.
É possível fazer todo o interfaceamento dum programa médio só com cliques, só copiando e colando.

No exemplo acima o ALERT é usado como um simples interfaceador de retorno.
O link com o texto MOSTRAR OLÁ poderia ser MOSTRAR A DATA E A HORA ATUAIS.
Daí então se capturaria a data/hora do sistema operacional cliente pra mostrá-la com um ALERT.

Uma coisa relevante no código acima é o elemento FUNCTION.
As linguagens de programação populares fornecem este recurso dos mais úteis.
São chamados rotinas.
As rotinas além de facilitar a leitura dos códigos ainda poupam o uso da memória do computador.
É extremamente comum o reaproveitamento de códigos.
O próprio ALERT é uma rotina.
Na camada em que o código acima se encontra é irrelevante saber o funcionamento interno de ALERT.
O código está simplesmente utilizando um outro código feito por terceiros.
No palavreado da programação internacional, ALERT se enquadra como sendo um helper.
Helpers são objetos/rotinas feitos pra facilitar a programação.
Todo ambiente de programação tem um vasto conjunto deles.



Veja o código abaixo.
Difere somente na maneira de mostrar a saída.
No anterior a mensagem é mostrada com ALERT e nesse com um INPUT.
Já na rotina MOSTRAROLA (ops!, MostrarOla), reaproveitada no link CLICAR AQUI PRA MOSTRAR OLÁ..., apenas seu código interno é que difere do exemplo anterior.

<html>

   <head>
      <script type="text/javascript">
         function MostrarOla ()

         {
           Saida.value= 'Olá, mundo cruel!';
         }
      </script>
   </head>

   <body>
      <a href="javascript: MostrarOla ();">Clicar aqui pra mostrar olá...</a>
      <br>
      <input id="Saida" type="text" value="">
   </body>

</html>
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Pra reutilizar ainda mais a rotina uma mensagem é passada como parâmetro.
Há dois links diferentes utilizando a mesma rotina. Eles só diferem na maneira como a chamam. No primeiro a mensagem é OLÁ, MUNDO CRUEL!. No segundo é OLÁ, CRUEL MUNDO!.
Assim se evita de replicar o código em diversas áreas de execução.
Nesse exemplo a rotina é muito pequena pra se falar em economia. Porém a coisa seria diferente se tivesse dezenas de comandos.

<html>

   <head>
      <script type="text/javascript">
         function MostrarOla (Mensagem)

         {
           Saida.value= Mensagem;
         }
      </script>
   </head>

   <body>
      <a href="javascript: MostrarOla ('Olá, mundo cruel!');">Clicar aqui: olá, mundo cruel!</a>
      <br><br>
      <a href="javascript: MostrarOla ('Olá, cruel mundo!');">Clicar aqui: olá, cruel mundo!</a>
      <br><br>
      <input id="Saida" type="text" value="">
   </body>

</html>
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